sexta-feira, 12 de abril de 2013
Falando de FMEA / FMECA
domingo, 17 de fevereiro de 2013
5 Competências que os Gerentes da Qualidade Devem Ter
"Competência = Conhecimento, Habilidade e Atitude"
Aliadas ao conhecimento técnico, algumas competências comportamentais são essenciais para que um profissional chegue ao posto de Gerente de Qualidade e se mantenha nele. Confira abaixo quais características são importantes para um Gerente de Qualidade na minha opinião.
A personalidade forte é a característica que mais importante para o Gerente de Qualidade. Tem que ter coragem, comprometimento e atitude e ser o primeiro a se levantar para resolver um problema do Cliente. A capacidade de persuasão é primordial para envolver pares e subordinados e a Direção da empresa. “O Gerente de Qualidade tem que ter essa habilidade para motivar os funcionários e fazer com que com que os outros trabalhem em equipe na melhoria da qualidade."
Ousadia, independência, individualismo, impulso competitivo e iniciativa são alguns dos aspectos mais importante de um Gerente de Qualidade. Um bom G.Q. pode se restringir à zona de conforto. É muito fácil falar, devolva o lote para o fornecedor, pare a máquina, pare a linha isto está reprovado. Em um ambiente lean manufacturing, sem estoque o Gerente de Qualidade e a equipe tem que procurar alternativas, para ajudar o Gerente de Produção e atender o Cliente
É um traço da personalidade fundamental para o Gerente de Qualidade. Tem que ter bom humor e capacidade de comunicação para lidar com os problemas. Não pode ter cara feia e ficar emburrado por que o Cliente reclamou e precisa de uma solução agora.
A transparência na comunicação também é um fator crucial . Tratar as informações de forma correta e comunicá-las na hora certa e para as pessoas certas é muito importante.
O Gerente de Qualidade tem que tomar a decisão certa, com base informações, pois o impacto da sua decisão vai afetar diretamente o Cliente. Tem que ter todos os detalhes antes de decidir. Se tiver dúvida, tem que consultar o Cliente.
"É isso aí pessoal, são 6 características e não 5"
Conte Comigo!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Gestão de Qualidade – 5 erros que afetam a Excelência Operacional
"Não podemos ignorar a crescente capabilidade das pessoas, processos e tecnologias."
O assunto de assegurar qualidade na manufatura é eterno. O que muda são as complexidades destes assuntos e como os tomadores de decisão respondem a eles. Empresas líderes de mercado estão desenvolvendo um modelo de excelência operacional que alinha objetivos financeiros e operacionais considerando as pessoas, processos e tecnologia. Esses recursos são essencialmente como um cinturão de ferramentas para a batalha da competitividade e para antever as adversidades que emergem nas operações diariamente.
Dentro desta estrutura de excelência operacional, é importante notar que a capabilidade das pessoas, processos e tecnologia deveria ser visto como dinâmica. Pessoas hoje, por exemplo, trazem uma riqueza de capital intelectual, como certificação 6sigma, que ajudam a compreender e melhora métricas operacionais. Da mesma forma, a automação de processos tende a expandir funcionalidades (velocidade, confiabilidade, segurança, etc.) e novas tecnologias estão conectando dados em todos os níveis da empresa.
Com a natureza da rápida mudança destes recursos, é compreensível que os executivos não podem estar inteiramente atualizados com o uso das novas tendências tecnológicas. Destacamos abaixo cinco das maiores erros que os tomadores de decisão estão cometendo nas estratégias de gestão da qualidade que podem estar distanciando suas empresas de atingir a excelência operacional
1. Subutilizar métricas operacionais e de qualidade
Diretores Executivos e Gerentes de Planta constantemente referenciam métricas em reuniões e discussões, mas nem todos eles estão alavancando o completo potencial que estas métricas oferecem. Infelizmente, muitas empresas estão subutilizando o potencial destas métricas para alavancar melhoria continua, ficando para traz de concorrentes, porque não tem a habilidade para realizar o ciclo PDCA. Pela integração de um sistema para medir o progresso dentro da estrutura de excelência operacional, você pode avaliar e comparar seu desempenho e priorizar áreas que estão afetando o desempenho do negócio. Algumas métricas são relevantes incluindo custo da qualidade, eficácia global de equipamentos (OEE) e introdução de novos produtos.
2. Sistemas de Gestão da Qualidade desconectados
Atualmente as Empresas possuem vários sistemas de qualidade como ISO9001, ISOTS16949, VDA6.3, QSB, MSA, etc., sendo que existem muitos aplicativos disponíveis, assim como soluções de software com especificas funcionalidades. Embora empresas implementem softwares para aumentar a visibilidade dos processos, escolher diferentes aplicativos para cada parte da cadeia de valor faz com que a comunicação organizacional fique muito difícil. O ideal é utilizar aplicativos integrados que facilitam e disponibilizam as informações aos usuários em uma única base de dados.
3. Dados de Manufatura Espalhados
Diretores Executivos e Gerentes de Planta de modo geral precisam de um sistema disponível que fornece dados que podem ser monitorados em um local central. Internamente (ex: produtos, linhas de produção e plantas) e externamente (ex: desempenho do produto no campo), mais visibilidade permitem reuniões interdisciplinares e tomadas de decisão. Muitas organizações carecem da habilidade de informações para discussões de como várias partes da cadeia de valor interagem uma com o outras e podem ser melhoradas. Por exemplo, um retrabalho de um produto internamente pode estar gerando uma falha no campo.
4. Suporte Inconsistente da Liderança
Se for com respeito à segurança, sustentabilidade, qualidade, ou outras áreas, qualquer iniciativa necessita do apoio da Diretoria Executiva (de cima para baixo). Algumas empresas, por exemplo, tentam melhorar a capabilidade de seus processos com um sistema de gestão integrado e falham por que falta suporte da Diretoria Executiva em todos os processos da empresa. Para iniciativas de qualidade, o suporte executivo é imperativo para o seu sucesso. Ele deve ser catalisado do topo através de uma mudança de cultura, programas de incentivo e recompensa, campanhas de marketing internas, e programa de desenvolvimento dos colaboradores.
5. Reativo ao Invés de Proativo
Manufaturas líderes tendem a ficar a frente por causa dos tomadores de decisão que não ficam somente utilizando seus recursos para desempenhar bem suas atividades, eles usam as informações como uma ferramenta proativa que investiga o futuro. Empresas que ficam para trás são frequentemente desatualizadas nas tendências da indústria e não estão propriamente alavancando tecnologias de manutenção para equipamentos. Para retificar estes pontos, a Diretoria Executiva e Gerentes de Planta podem juntar-se a associações industriais para ficar a frente das novidades e mudanças. Também, podem implementar manutenção preventiva, medindo seus progressos através de métricas como o OEE – Overall Equipment Effectiveness, o qual é um método abrangente de medir o desempenho de um equipamento ou unidade de manufatura. OEE responsabiliza-se por disponibilidade, eficiência e qualidade e sua medição tem provido grandes benefícios para Manufaturas líderes.
Por não tomar vantagem da crescente capabilidade das pessoas, processos e tecnologias, as empresas de manufatura estão com risco de ficar para trás. Métricas, sistemas de gestão da qualidade, dados de manufatura, liderança e proatividade deveriam ter uma estaca em sua estrutura de excelência operacional.
Conte comigo!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Falando de Qualidade Todo Dia
Abaixo, listo passos específicos dos membros da Direção e Gerência que devem ser tomados para impulsionarem as iniciativas de desdobramento da gestão da qualidade adiante:
- Divulgar a gestão da qualidade em toda a empresa
a) Permanentemente colocar a gestão da qualidade na pauta de cada reunião da Direção;
b) Estando atualizado com tendências de qualidade, tecnologias emergentes e regulamentações;
c) Desenvolver um plano de treinamento com cursos de educação da qualidade, procedimentos de operação e instruções de trabalho,
d) Visivelmente advogar a qualidade andando no chão de fábrica e conversando com as pessoas.
e) Divulgar a política de qualidade e objetivos de qualidade em toda a empresa;
f) Exigir que métricas da gestão da qualidade como “custo da qualidade” sejam utilizadas nas operações e plantas.
- O papel do CEO na gestão da qualidade
a) Avaliar e priorizar áreas de melhorias baseado nas auditorias internas e externas de terceira parte (clientes, certificadoras, etc.);
b) Destinar uma parte do orçamento anual para criar um plano interno de marketing da qualidade para os empregados;
c) Desenvolver um plano de curto e longo prazo para educação interna, melhorias de processos, e sugestões;
d) Exigir dos gerentes de departamento reportar as métricas de qualidade e criar planos de melhoria
e) Recompensar, baseado nos programas de sugestões para melhoria de qualidade
- Cascateando para Gerentes, Supervisores e Trabalhadores
Nas condições ideais, uma vez plenamente motivados, os trabalhadores não deveriam se sentir como somente outro dente de engrenagem na roda, eles deveriam ser livres para expressar suas ideias e opiniões de modo a promover melhoria continua no sistema. Somente depois um senso de posse ter sido estabelecido no chão de fábrica os benefícios da iniciativa da gestão da qualidade darão os frutos desejados
As empresas hoje estão construindo modelos de excelência operacional que introduzem Qualidade dentro de objetivos financeiros e operacionais. Empresas que já construíram Qualidade dentro de sua cultura, mesmo no nível básico, tem uma vantagem competitiva dentro do mercado que atuam.
Conte comigo para criar uma cultura de Qualidade!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Criando uma Cultura de Qualidade
- Pensamentos
comuns – cada um quer o trabalho certo sendo feito certo
- Linguagem
comum – cada um compreende qualidade da mesma maneira
- Ações comuns – existe um processo bem definido que assegura os clientes, internos e externos, recebendo somente o que eles esperam
- Determinação
- Educação
- Implementação
terça-feira, 26 de junho de 2012
Quem é o "Dono" do Sistema de Qualidade?
“Quando os comportamentos de propriedade são esperados e cultivados, impressionantes coisas acontecem.”
Eu entendo que em um nível filosófico que a cada um da empresa pertence a “qualidade”. Muito parecido com segurança, cada um tem responsabilidade por seguir práticas de segurança e chamar a atenção para condições potencialmente inseguras. Entretanto, existem departamentos de segurança responsáveis por estabelecer políticas e procedimentos, assim como conduzir inspeções periódicas de segurança. Eles também reportam métricas como, por exemplo, incidentes e atos de inseguros. Membros do departamento de segurança permanecem atualizados com os últimos equipamentos de segurança, mudanças da legislação e benchmark com as melhores práticas da indústria. A Direção trata estes relatórios e métricas muito seriamente, porque ela é no final das contas responsável por assegurar um ambiente de trabalho seguro.
Isto é claramente análogo ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Cada um tem responsabilidade por seguir corretamente as boas práticas de manufatura em geral e os procedimentos em particular. O departamento de garantia da qualidade é responsável por estabelecer e medir a eficiência e eficácia do SGQ. Ele periodicamente conduz auditorias internas e reporta as métricas dos processos do sistema de qualidade. As descobertas são reportadas para a gestão, porque ela é no final das contas responsável por assegurar que produtos são manufaturados sob controle e de acordo com os requisitos do cliente.
Mas permita-me escapar das generalidades e ser mais específico, porque é sobre as características específicas que, a meu ver, a SGQ se desmorona na prática. Tem a ver com a noção de "propriedade" e tendo uma pessoa – pelo nome - para cada elemento do SGQ que é o "dono" daquele determinado elemento e demonstra-se definido com "comportamento de propriedade."
Na minha opinião, criando um ambiente onde comportamentos de “dono” são definidos e esperados é uma potente peça de uma estratégia de conformidade com a estratégia de sustentabilidade.
O que são alguns comportamentos de dono? Veja estes exemplos:
Dono do (sistema) Procedimento. O dono é responsável por assegurar que os procedimentos, um particular elemento do SGQ, fiquem atualizados com as expectativas regulatórias e melhores práticas da indústria. O dono não espera por um feedback negativo de um organismo certificador para identificar os problemas ou para estar motivado para melhorar o sistema. Por exemplo, o dono é o primeiro, a saber, que um novo teste é requerido pelo cliente ou por uma agencia regulatório e este o direciona para assegurar que o procedimento interno é alterado.
Dono da Implementação. O dono é responsável por assegurar que um particular elemento do sistema é desdobrado. É o dono o maior interessado em saber que todos os empregados requeridos para ser treinados no procedimento foram identificados, e o procedimento é incorporado no curriculum dos empregados. Por exemplo, o dono de um sistema de reclamação do cliente assegura que todos que poderiam receber uma reclamação de produto tenham sido treinados. Não seria anormal para o dono conduzir o treinamento como um expert no assunto. De fato, os donos de processo na empresa deveriam ter foco no programa de treinamento.
Dono das métricas de desempenho. O dono é responsável por identificar as melhores métricas que indicariam como o sistema de gestão de qualidade está sendo gerenciado, como também quais problemas o sistema está detectando. Este dono quem primeiro detecta uma tendência inaceitável e chama a atenção da gestão. Será o dono que apresenta as métricas para o fórum da analise critica. Por exemplo, é o dono do sistema de ação corretiva e preventiva quem reporta para a gestão sobre uma significante reclamação do cliente e o impacto na qualidade dos produtos.
Dono das recomendações. O dono é responsável por conhecer qual é a solução para o problema. Ela terá que conversar com os usuários do sistema para compreender os assuntos de implementação e identificar ações objetivas para endereçar o problema. Quando o dono apresenta as métricas no fórum de analise critica, recomendações são sugeridas. Em muitos casos, existe a necessidade de recursos para implementar as ações que pode ser discutido neste fórum com as demais gerencias envolvidas.
Dono do Conhecimento. É uma pessoa que é um “expert” em uma particular área ou assunto. A empresa tem apoiado educação continua para o dono de forma a assegurar que ele permanece atualizado em seu campo de atuação. O dono toma a iniciativa para identificar oportunidades educacionais. O dono divide o conhecimento para continuamente elevar a barra de competência dos colaboradores. O dono é a pessoa quem representa o sistema de solução de problema (um Black Belt por exemplo), assim como endereça questões durante a investigação da causa.
“Propriedade não implica em isolamento ou autonomia. Mas neste mundo de gestão de negócios e tomada de decisões através de times e consenso, “propriedade e responsabilidade tendem a ficar perdida ou totalmente espalhada.
Imagine só as forças da organização se comportamentos de propriedade fossem esperados e cultivados dentro de um site operacional, assim também, através de todos os sites da Organização.
Conte comigo !!!!
quarta-feira, 14 de março de 2012
Motivação para a Qualidade
A motivação para a qualidade é um choque cultural dentro de uma Organização, é um desafio, simples, que apresenta projetos concretos e com objetivos fáceis de serem conquistados, e que mostram resultados espantosos na postura dos funcionários, fazendo com que os mesmos realizem serviços e saibam identificar o que é qualidade total e a satisfação de seus clientes.
O termo “motivação” deve entender-se como a disposição dos colaboradores para a produtividade. A conscientização para a qualidade é demonstrada pela atitude de cada um dos colaboradores perante as questões relativas com a qualidade
É necessário o primeiro passo com determinação e ousadia sabendo qual o objetivo a ser alcançado.
Conceitos simples que todos conhecemos devem ser postos em prática como...
* ouvir os que executam as tarefas;
* dar meios necessários para a realização;
* estimular a educação e a cultura;
* formar na empresa um convívio familiar;
* melhorar a comunicação entre departamentos e pessoas;
* tornar transparente o que parece opaco.
A melhoria da conscientização para a qualidade em todas as áreas organizacionais pode ser conseguida através de:
- Plano de sugestões de melhoria
- Círculos de Qualidade – CCQ
- Programa Zero Defeitos
- Treinamento e seminários de informação
- Prêmios
- Workshops
Estas práticas no campo da comunicação, da educação e da satisfação são os principais elementos para que a motivação para a qualidade traga frutos rápidos e a confiança do funcionário para com a empresa.
Formas de Motivação
Motivação é de fato, uma palavra com múltiplos significados, dentre eles...
Motivação para o controle
É a motivação para a Qualidade no sentido de atender-se às especificações e aderir-se aos procedimentos.
Motivação para a melhoria
É a motivação para a Qualidade no sentido de melhorá-la, de encontrar formas de reduzir-se a incidência de defeitos e reduzir os custos a eles associados.
Motivação para o envolvimento
É a motivação para a Qualidade no sentido de envolvimento com a Empresa.
A capacidade de rendimento qualitativo e prestação de serviço de uma organização não depende somente da capacidade técnica e organizacionais ou recursos de serviços, mas ainda da qualificação e disposição do colaborador para a produtividade e qualidade.