quarta-feira, 1 de maio de 2013
Airton Senna - Nosso eterno campeão
"Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver de ultrapassar vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem o seu limite. O meu é um pouco acima do dos outros."
Airton Senna do Brasil
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Falando de FMEA / FMECA
“A mais poderosa ferramenta preventiva da caixa de ferramentas
da qualidade”
Failure
Mode and Effects Analysis (Modo de Falhas e Analise de Efeitos) – FMEA ou FMECA
é uma técnica de analise na qual facilita a identificação de potenciais
problemas no projeto ou processo pelo exame de defeitos nos níveis mais baixos
de falhas. Ações recomendadas são feitas para reduzir a possibilidade de o
problema ocorrer, e mitigar o risco, se de fato, ele ocorrer.
A
equipe de FMEA determina, pela analise do modo de falha, o efeito de cada falha
e identifica pontos simples de falha que são críticos. Ela pode também graduar
cada falha ocorrida de acordo com seu efeito no produto ou processo e a
probabilidade da falha ocorrer. O FMEA/FMECA é o resultado de dois passos:
·
Modo
de Falha e Analises dos Efeitos – FMEA
·
Analise
Crítica (CA)
FMECA
é exatamente o FMEA com analise critica. Existem FMEA’s conceitual ou
funcional, FMEA’s de projeto, e FMEA’s de Projeto. Algumas vezes durante um
FMEA de Projeto a analise olhará para uma combinação de funções e hardware.
Outras vezes ela incluirá somente hardware, e outras a analise chegará a uma
detalhada investigação em todo o sistema abaixo até atingir o nível de peça,
especialmente quando funções criticas ou hardware são envolvidos.
Existem
várias razões do porque desta técnica de analise ser tão valiosa. Abaixo cito
algumas:
·
FMEA
fornece uma base para identificar causa raiz de falha e desenvolver ações
corretivas efetivas
·
O
FMEA identifica confiabilidade/segurança de componentes críticos
·
Facilita
a investigação de alternativas de projeto para todos os estágios do projeto
·
Fornece
base para analises de mantenabilidade,
segurança, testabilidade e logística
O FMEA deve iniciar tão cedo quando possível. Isto permite ao
grupo de analise atacar as falhas de projeto ou processo antes que estas se
instalem totalmente. Se você começa cedo, como você deveria, as falhas serão tratadas logo no conceito do
projeto.
FMEA’s levam tempo para serem completados, sendo necessário
rigor e disciplina da equipe para identificar todos os modos de falhas, sendo
necessário considerável conhecimento da operação do sistema necessitando
extensa discussão com a Engenharia de Produto.
Tipos de FMEA:
·
FMEA de Conceito (CFMEA)
O FMEA de Conceito é utilizado para analise de conceitos nos
estágios anteriores ao produto estar definido (muito freqüentemente nos
sistemas e subsistemas). Este tipo de FMEA foca nos modos de falhas potenciais
associado com as funções propostas de um conceito de produto e incluem a interação
de múltiplos sistemas e interação entre os elementos do sistema nos estágios de
conceito.
·
FMEA de Projeto (DFMEA)
O FMEA de Projeto é utilizado para analisar produtos antes de
eles serem lançados na produção. Foca no modo de falha potencial causado por
deficiências no projeto e são normalmente feitos em três níveis – sistema,
subsistema e componentes. Este tipo de FMEA é utilizado para analisar hardware,
funções ou combinações.
·
FMEA de Processo (PFMEA)
O FMEA de Processo é normalmente utilizado para analisar a
manufatura e montagem de processos no nível de sistemas, subsistemas e
componentes. Este tipo de FMEA foca nos modos de falhas de processos que são
causadores de falha pela manufatura ou deficiências no processo de montagem.
Benefícios do FMEA / FMECA
·
Planejamento preventivo da qualidade
·
Redução de custos de projetos e processos
·
Identifica mudanças e melhorias antes do produto na produção
·
Maximiza a eficiência
·
Reduz perdas e retrabalhos
·
Minimiza custos de garantia
·
Reduz operações que não agregam valor
"Lembre-se o FMEA sempre deve ser feito por uma equipe de trabalho multifuncional envolvendo pessoal de projeto, processo, produção, qualidade, assistência técnica e outros."
Conte comigo nos seus FMEA's!
domingo, 17 de fevereiro de 2013
5 Competências que os Gerentes da Qualidade Devem Ter
"Competência = Conhecimento, Habilidade e Atitude"
Aliadas ao conhecimento técnico, algumas competências comportamentais são essenciais para que um profissional chegue ao posto de Gerente de Qualidade e se mantenha nele. Confira abaixo quais características são importantes para um Gerente de Qualidade na minha opinião.
1 Poder de influência e impacto no ambiente
A personalidade forte é a característica que mais importante para o Gerente de Qualidade. Tem que ter coragem, comprometimento e atitude e ser o primeiro a se levantar para resolver um problema do Cliente. A capacidade de persuasão é primordial para envolver pares e subordinados e a Direção da empresa. “O Gerente de Qualidade tem que ter essa habilidade para motivar os funcionários e fazer com que com que os outros trabalhem em equipe na melhoria da qualidade."
2 Energia
3 Rapidez
4 Capacidade de assumir riscos
Ousadia, independência, individualismo, impulso competitivo e iniciativa são alguns dos aspectos mais importante de um Gerente de Qualidade. Um bom G.Q. pode se restringir à zona de conforto. É muito fácil falar, devolva o lote para o fornecedor, pare a máquina, pare a linha isto está reprovado. Em um ambiente lean manufacturing, sem estoque o Gerente de Qualidade e a equipe tem que procurar alternativas, para ajudar o Gerente de Produção e atender o Cliente
5 Extroversão
É um traço da personalidade fundamental para o Gerente de Qualidade. Tem que ter bom humor e capacidade de comunicação para lidar com os problemas. Não pode ter cara feia e ficar emburrado por que o Cliente reclamou e precisa de uma solução agora.
A transparência na comunicação também é um fator crucial . Tratar as informações de forma correta e comunicá-las na hora certa e para as pessoas certas é muito importante.
6 Capacidade de tomar decisões sob pressão
O Gerente de Qualidade tem que tomar a decisão certa, com base informações, pois o impacto da sua decisão vai afetar diretamente o Cliente. Tem que ter todos os detalhes antes de decidir. Se tiver dúvida, tem que consultar o Cliente.
"É isso aí pessoal, são 6 características e não 5"
Conte Comigo!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Gestão de Qualidade – 5 erros que afetam a Excelência Operacional
"Não podemos ignorar a crescente capabilidade das pessoas, processos e tecnologias."
O assunto de assegurar qualidade na manufatura é eterno. O que muda são as complexidades destes assuntos e como os tomadores de decisão respondem a eles. Empresas líderes de mercado estão desenvolvendo um modelo de excelência operacional que alinha objetivos financeiros e operacionais considerando as pessoas, processos e tecnologia. Esses recursos são essencialmente como um cinturão de ferramentas para a batalha da competitividade e para antever as adversidades que emergem nas operações diariamente.
Dentro desta estrutura de excelência operacional, é importante notar que a capabilidade das pessoas, processos e tecnologia deveria ser visto como dinâmica. Pessoas hoje, por exemplo, trazem uma riqueza de capital intelectual, como certificação 6sigma, que ajudam a compreender e melhora métricas operacionais. Da mesma forma, a automação de processos tende a expandir funcionalidades (velocidade, confiabilidade, segurança, etc.) e novas tecnologias estão conectando dados em todos os níveis da empresa.
Com a natureza da rápida mudança destes recursos, é compreensível que os executivos não podem estar inteiramente atualizados com o uso das novas tendências tecnológicas. Destacamos abaixo cinco das maiores erros que os tomadores de decisão estão cometendo nas estratégias de gestão da qualidade que podem estar distanciando suas empresas de atingir a excelência operacional
1. Subutilizar métricas operacionais e de qualidade
Diretores Executivos e Gerentes de Planta constantemente referenciam métricas em reuniões e discussões, mas nem todos eles estão alavancando o completo potencial que estas métricas oferecem. Infelizmente, muitas empresas estão subutilizando o potencial destas métricas para alavancar melhoria continua, ficando para traz de concorrentes, porque não tem a habilidade para realizar o ciclo PDCA. Pela integração de um sistema para medir o progresso dentro da estrutura de excelência operacional, você pode avaliar e comparar seu desempenho e priorizar áreas que estão afetando o desempenho do negócio. Algumas métricas são relevantes incluindo custo da qualidade, eficácia global de equipamentos (OEE) e introdução de novos produtos.
2. Sistemas de Gestão da Qualidade desconectados
Atualmente as Empresas possuem vários sistemas de qualidade como ISO9001, ISOTS16949, VDA6.3, QSB, MSA, etc., sendo que existem muitos aplicativos disponíveis, assim como soluções de software com especificas funcionalidades. Embora empresas implementem softwares para aumentar a visibilidade dos processos, escolher diferentes aplicativos para cada parte da cadeia de valor faz com que a comunicação organizacional fique muito difícil. O ideal é utilizar aplicativos integrados que facilitam e disponibilizam as informações aos usuários em uma única base de dados.
3. Dados de Manufatura Espalhados
Diretores Executivos e Gerentes de Planta de modo geral precisam de um sistema disponível que fornece dados que podem ser monitorados em um local central. Internamente (ex: produtos, linhas de produção e plantas) e externamente (ex: desempenho do produto no campo), mais visibilidade permitem reuniões interdisciplinares e tomadas de decisão. Muitas organizações carecem da habilidade de informações para discussões de como várias partes da cadeia de valor interagem uma com o outras e podem ser melhoradas. Por exemplo, um retrabalho de um produto internamente pode estar gerando uma falha no campo.
4. Suporte Inconsistente da Liderança
Se for com respeito à segurança, sustentabilidade, qualidade, ou outras áreas, qualquer iniciativa necessita do apoio da Diretoria Executiva (de cima para baixo). Algumas empresas, por exemplo, tentam melhorar a capabilidade de seus processos com um sistema de gestão integrado e falham por que falta suporte da Diretoria Executiva em todos os processos da empresa. Para iniciativas de qualidade, o suporte executivo é imperativo para o seu sucesso. Ele deve ser catalisado do topo através de uma mudança de cultura, programas de incentivo e recompensa, campanhas de marketing internas, e programa de desenvolvimento dos colaboradores.
5. Reativo ao Invés de Proativo
Manufaturas líderes tendem a ficar a frente por causa dos tomadores de decisão que não ficam somente utilizando seus recursos para desempenhar bem suas atividades, eles usam as informações como uma ferramenta proativa que investiga o futuro. Empresas que ficam para trás são frequentemente desatualizadas nas tendências da indústria e não estão propriamente alavancando tecnologias de manutenção para equipamentos. Para retificar estes pontos, a Diretoria Executiva e Gerentes de Planta podem juntar-se a associações industriais para ficar a frente das novidades e mudanças. Também, podem implementar manutenção preventiva, medindo seus progressos através de métricas como o OEE – Overall Equipment Effectiveness, o qual é um método abrangente de medir o desempenho de um equipamento ou unidade de manufatura. OEE responsabiliza-se por disponibilidade, eficiência e qualidade e sua medição tem provido grandes benefícios para Manufaturas líderes.
Por não tomar vantagem da crescente capabilidade das pessoas, processos e tecnologias, as empresas de manufatura estão com risco de ficar para trás. Métricas, sistemas de gestão da qualidade, dados de manufatura, liderança e proatividade deveriam ter uma estaca em sua estrutura de excelência operacional.
Conte comigo!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Falando de Qualidade Todo Dia
“Construindo uma cultura melhor de cima para baixo”
Para efetivamente fornecer produtos de alta qualidade, a gestão da qualidade deve tornar-se parte diária dos colaboradores. Empresas líderes de mercado podem cofirmar os benefícios do resultado operacional e final desta abordagem. Adotando uma iniciativa de “como esta decisão irá afetar e melhorar a mentalidade da qualidade” é muito mais difícil do que somente enviar um e-mail. Isto deve ser estrategicamente implementado dentro da cultura da Empresa ao longo do tempo.
Os mais eficientes e bem sucedidos exemplos disto são demonstrado pelas empresas que tem tornado iniciativas de qualidade uma prioridade no nível executivo. O caminho pelo qual a qualidade irá impregnar em cada trabalhador deve ser demonstrado pelo nível superior, sendo um contraste para as tradicionais tentativas de implementar qualidade via silos departamentais. Suporte da Direção Executiva, em colaboração com o CEO, é critico para catalisar mudanças culturais e viabilizar a iniciativa.Abaixo, listo passos específicos dos membros da Direção e Gerência que devem ser tomados para impulsionarem as iniciativas de desdobramento da gestão da qualidade adiante:
- Divulgar a gestão da qualidade em toda a empresa
a) Permanentemente colocar a gestão da qualidade na pauta de cada reunião da Direção;
b) Estando atualizado com tendências de qualidade, tecnologias emergentes e regulamentações;
c) Desenvolver um plano de treinamento com cursos de educação da qualidade, procedimentos de operação e instruções de trabalho,
d) Visivelmente advogar a qualidade andando no chão de fábrica e conversando com as pessoas.
e) Divulgar a política de qualidade e objetivos de qualidade em toda a empresa;
f) Exigir que métricas da gestão da qualidade como “custo da qualidade” sejam utilizadas nas operações e plantas.
- O papel do CEO na gestão da qualidade
a) Avaliar e priorizar áreas de melhorias baseado nas auditorias internas e externas de terceira parte (clientes, certificadoras, etc.);
b) Destinar uma parte do orçamento anual para criar um plano interno de marketing da qualidade para os empregados;
c) Desenvolver um plano de curto e longo prazo para educação interna, melhorias de processos, e sugestões;
d) Exigir dos gerentes de departamento reportar as métricas de qualidade e criar planos de melhoria
e) Recompensar, baseado nos programas de sugestões para melhoria de qualidade
- Cascateando para Gerentes, Supervisores e Trabalhadores
Nas condições ideais, uma vez plenamente motivados, os trabalhadores não deveriam se sentir como somente outro dente de engrenagem na roda, eles deveriam ser livres para expressar suas ideias e opiniões de modo a promover melhoria continua no sistema. Somente depois um senso de posse ter sido estabelecido no chão de fábrica os benefícios da iniciativa da gestão da qualidade darão os frutos desejados
As empresas hoje estão construindo modelos de excelência operacional que introduzem Qualidade dentro de objetivos financeiros e operacionais. Empresas que já construíram Qualidade dentro de sua cultura, mesmo no nível básico, tem uma vantagem competitiva dentro do mercado que atuam.
Conte comigo para criar uma cultura de Qualidade!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Criando uma Cultura de Qualidade
Em muitas empresas, ninguém é contra qualidade, mas atualmente
muito poucos a têm.
Por
anos, empresas têm usado uma variedade de ferramentas para tentar melhorar a
qualidade de seus produtos e serviços. Algumas tem tido algum sucesso, mas não
o suficiente. Certificação de Qualidade, ferramentas estatísticos, funcionários
ganhando cintos coloridos, técnicas de solução de problemas e seus semelhantes,
mas elas não são adequadas – nunca foram e nunca serão. Isto por que
ferramentas na melhoria da qualidade são efetivas quando existe uma cultura
suportada pela gestão que insiste e encoraja seu uso. Está cultura de qualidade
que é freqüentemente perdida.
Ironicamente,
muitos Gerentes seniores, não estão realmente interessados em qualidade. Não
estão e nem estarão. Entretanto eles estão interessados em melhorar o
desempenho e é isso aí que a cultura de qualidade entrega.
O
que é uma cultura de qualidade? É uma composição de 3 componentes:
- Pensamentos
comuns – cada um quer o trabalho certo sendo feito certo
- Linguagem
comum – cada um compreende qualidade da mesma maneira
- Ações comuns – existe um processo bem definido que assegura os clientes, internos e externos, recebendo somente o que eles esperam
Pensamentos
Comuns
Uma
organização deve compreender que pouco irá melhorar até que cada um enxergue
requerimentos de produto e serviço com seriedade. “Suficientemente perto”;
“será feito” e “aceitar concessões e desvios” não são tolerados em uma
organização que está comprometida com uma cultura de qualidade. Tendo
pensamentos comuns significa assegurar que existem claros requerimentos e
processos capazes que podem produzir o
desejado resultado em uma maneira consistente e eficiente.
Linguagem
Comum
Cada
um é geralmente em favor da qualidade, ele somente não sabe o que é isto. Cada
um tem sua própria definição – beleza, perfeição, excelência, etc. Nenhuma
destas é binária – nós não sabemos quando a temos e quando não. A Gerência deve
definir qualidade como conformidade aos requerimentos e então fornecer
processos de trabalho que prevenirão problemas, esperar uma atitude de trabalho
livre de erros, e escalar a importância da qualidade ser medida em termos
financeiros.
Ações Comuns
Não
é suficiente querer que as coisas melhorem e ter uma linguagem de qualidade.
Nós não podemos esperar que as pessoas tenham processos de trabalho instáveis e
produzam os melhores resultados. Pessoas trabalham no processo e a Gerencia
trabalha sobre o processo, então a Gerencia deve determinar pessoas capacitadas
para fazer o que elas desejam, precisam e esperam para ajudar a Organização
florescer.
A
Gestão deve entender que não é suficiente somente dizer as palavras. Eles têm que mudar suas ações e
comportamentos. Uma cultura de qualidade é iniciada quando a Gerência sênior
decide que não vai mais tolerar as
ineficiências de longos tempos de ciclos, aumento de refugo e retrabalho e
destruição da satisfação e lealdade dos clientes.
A questão é: - Como uma
cultura de qualidade é criada? Existem três passos relativamente simples:
- Determinação
- Educação
- Implementação
1.
Determinação
Determinação
é frequentemente baseada calculando o Custo da Oportunidade (o dinheiro perdido
quando o processado não funciona da forma ideal) e o Preço da Não Conformidade
(o impacto financeiro das custos de uma não conformidade). Identificando estas
oportunidades em uma organização mostra a gestão da empresa na preocupação da
melhoria continua da qualidade. Desta forma é fácil decidir que ações são
necessárias.
2.
Educação
Pessoas
podem somente fazer o que elas sabem como fazer. Então executivos e gerentes
devem adquirir o conhecimento e habilidades que permitam planejar e direcionar
o processo de criação de uma cultura de qualidade. Funcionários selecionados
são treinados para educar outros funcionários na sua organização. Pessoas
treinadas, com conhecimento, motivação e patrocínio de gerência farão uma
revolução da qualidade dentro da organização.
3.
Implementação
Treinamento somente funciona quando é praticado no dia a dia. Não é
suficiente enxergar determinado e agir determinado falando e falando. Desdobramento dos conceitos aprendidos ajudam a tornar
claro que a gestão está falando sério sobre criar uma cultura da qualidade. Mas
somente quando a “Gerência sênior entender claramente o que tem que acontecer,
e tomarem as ações requeridas para que isto aconteça a empresa vai mudar para
uma cultura de qualidade
Comece a criar uma cultura de
qualidade em sua empresa e sucesso.
Conte Comigo!!!!
terça-feira, 26 de junho de 2012
Quem é o "Dono" do Sistema de Qualidade?
“Quando os comportamentos de propriedade são esperados e cultivados, impressionantes coisas acontecem.”
Eu entendo que em um nível filosófico que a cada um da empresa pertence a “qualidade”. Muito parecido com segurança, cada um tem responsabilidade por seguir práticas de segurança e chamar a atenção para condições potencialmente inseguras. Entretanto, existem departamentos de segurança responsáveis por estabelecer políticas e procedimentos, assim como conduzir inspeções periódicas de segurança. Eles também reportam métricas como, por exemplo, incidentes e atos de inseguros. Membros do departamento de segurança permanecem atualizados com os últimos equipamentos de segurança, mudanças da legislação e benchmark com as melhores práticas da indústria. A Direção trata estes relatórios e métricas muito seriamente, porque ela é no final das contas responsável por assegurar um ambiente de trabalho seguro.
Isto é claramente análogo ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Cada um tem responsabilidade por seguir corretamente as boas práticas de manufatura em geral e os procedimentos em particular. O departamento de garantia da qualidade é responsável por estabelecer e medir a eficiência e eficácia do SGQ. Ele periodicamente conduz auditorias internas e reporta as métricas dos processos do sistema de qualidade. As descobertas são reportadas para a gestão, porque ela é no final das contas responsável por assegurar que produtos são manufaturados sob controle e de acordo com os requisitos do cliente.
Mas permita-me escapar das generalidades e ser mais específico, porque é sobre as características específicas que, a meu ver, a SGQ se desmorona na prática. Tem a ver com a noção de "propriedade" e tendo uma pessoa – pelo nome - para cada elemento do SGQ que é o "dono" daquele determinado elemento e demonstra-se definido com "comportamento de propriedade."
Na minha opinião, criando um ambiente onde comportamentos de “dono” são definidos e esperados é uma potente peça de uma estratégia de conformidade com a estratégia de sustentabilidade.
O que são alguns comportamentos de dono? Veja estes exemplos:
Dono do (sistema) Procedimento. O dono é responsável por assegurar que os procedimentos, um particular elemento do SGQ, fiquem atualizados com as expectativas regulatórias e melhores práticas da indústria. O dono não espera por um feedback negativo de um organismo certificador para identificar os problemas ou para estar motivado para melhorar o sistema. Por exemplo, o dono é o primeiro, a saber, que um novo teste é requerido pelo cliente ou por uma agencia regulatório e este o direciona para assegurar que o procedimento interno é alterado.
Dono da Implementação. O dono é responsável por assegurar que um particular elemento do sistema é desdobrado. É o dono o maior interessado em saber que todos os empregados requeridos para ser treinados no procedimento foram identificados, e o procedimento é incorporado no curriculum dos empregados. Por exemplo, o dono de um sistema de reclamação do cliente assegura que todos que poderiam receber uma reclamação de produto tenham sido treinados. Não seria anormal para o dono conduzir o treinamento como um expert no assunto. De fato, os donos de processo na empresa deveriam ter foco no programa de treinamento.
Dono das métricas de desempenho. O dono é responsável por identificar as melhores métricas que indicariam como o sistema de gestão de qualidade está sendo gerenciado, como também quais problemas o sistema está detectando. Este dono quem primeiro detecta uma tendência inaceitável e chama a atenção da gestão. Será o dono que apresenta as métricas para o fórum da analise critica. Por exemplo, é o dono do sistema de ação corretiva e preventiva quem reporta para a gestão sobre uma significante reclamação do cliente e o impacto na qualidade dos produtos.
Dono das recomendações. O dono é responsável por conhecer qual é a solução para o problema. Ela terá que conversar com os usuários do sistema para compreender os assuntos de implementação e identificar ações objetivas para endereçar o problema. Quando o dono apresenta as métricas no fórum de analise critica, recomendações são sugeridas. Em muitos casos, existe a necessidade de recursos para implementar as ações que pode ser discutido neste fórum com as demais gerencias envolvidas.
Dono do Conhecimento. É uma pessoa que é um “expert” em uma particular área ou assunto. A empresa tem apoiado educação continua para o dono de forma a assegurar que ele permanece atualizado em seu campo de atuação. O dono toma a iniciativa para identificar oportunidades educacionais. O dono divide o conhecimento para continuamente elevar a barra de competência dos colaboradores. O dono é a pessoa quem representa o sistema de solução de problema (um Black Belt por exemplo), assim como endereça questões durante a investigação da causa.
“Propriedade não implica em isolamento ou autonomia. Mas neste mundo de gestão de negócios e tomada de decisões através de times e consenso, “propriedade e responsabilidade tendem a ficar perdida ou totalmente espalhada.
Imagine só as forças da organização se comportamentos de propriedade fossem esperados e cultivados dentro de um site operacional, assim também, através de todos os sites da Organização.
Conte comigo !!!!
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